Há ocasiões em que a gente salta do penhasco. Como naquele desenho animado do Papa-léguas: o Coiote sai em disparada e continua correndo mesmo depois de ultrapassar a borda do penhasco, de repente para no ar, olha para baixo e sabe que vai despencar, que não há nada que posso fazer a respeito. Mas ás vezes, talvez na maioria delas, a situação não é tão clara assim. Estamos no escuro, caminhando lentamente á beira do abismo, sem saber ao certo para onde estamos indo. Os passos são hesitantes, por causa da escuridão sa noite. Não nos damos conta de como estamos próximos da borda, de que um mero ecoregão pode nos lançar encosta abaixo.
Há ocasiões em que a gente salta do penhasco. Como naquele desenho animado do Papa-léguas: o Coiote sai em disparada e continua correndo mesmo depois de ultrapassar a borda do penhasco, de repente para no ar, olha para baixo e sabe que vai despencar, que não há nada que posso fazer a respeito. Mas ás vezes, talvez na maioria delas, a situação não é tão clara assim. Estamos no escuro, caminhando lentamente á beira do abismo, sem saber ao certo para onde estamos indo. Os passos são hesitantes, por causa da escuridão sa noite. Não nos damos conta de como estamos próximos da borda, de que um mero ecoregão pode nos lançar encosta abaixo.